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Sabia como a Terapia Integração Craniossacral ajuda no tratamento do Autismo




Ao receber a sessão de terapia Integração Craniossacral®, estudos demonstram que crianças autistas apresentam uma redução significativa ou total de sintomas como comportamentos autodestrutivos, dificuldades na demonstração de afeto e alcançam uma melhora do comportamento social, da fisiologia gastrointestinal e do sono.


Nesses mesmos estudos, também foi sugerido que quanto mais severos forem os sintomas em crianças autistas maiores eram as recepções de meninges no sistema craniossacral. A terapia Integração Craniossacral® tem como objetivo trabalhar nessas restrições de meninges de forma suave, não invasiva, respeitando os limites de tempo e de capacidade do paciente. Ela pode ser associada a qualquer outra atividade ou modalidade terapêutica pois o intuito é o de facilitar até mesmo potencializar o desenvolvimento.



Pra finalizar, gostaríamos de mostrar um depoimento de uma mãe com um filho autista que foi atendida pela Andreia Azevedo:


“ O Jean tem 6 anos hoje. Quando tinha 4 anos, ele foi diagnosticado com autismo moderado. Todos os parâmetros de desenvolvimento estavam sendo atingidos, exceto a fala. Antes do diagnóstico,notávamos nele algumas outras manifestações estranhas além de problemas na fala, como agitação, irritação, e atitudes como a de se jogar no chão, fazer birras (que hoje sabemos que não eram birras, mas sim crises mesmo) e além de tudo, ele também tinha muita sensibilidade auditiva. Descobrindo e relatando todas essas coisas, recebemos o diagnóstico médico.


Desde então, este era o quadro e precisávamos estimular mais principalmente a fala.

Conheci e comecei a fazer a terapia de Integração Craniossacral com a Andreia, sendo eu a primeira a testar. Eu tinha fortes dores de cabeça e com a Craniossacral, passei a não ter mais as mesmas dores de cabeça tão fortes.


Vendo a melhora em mim mesma, eu decidi que poderia fazer a mesma terapia com meu filho. Como a Craniossacral tem todo um sistema de toques em locais específicos para promover uma melhora, e como no começo o Jean não aceitava muito o toque, o abraço, o beijo ou qualquer coisa dessa natureza mais física, então pensei que por meio da Craniossacral poderíamos trabalhar isso num primeiro momento.

Após algumas sessões, vi que não somente essa parte melhorou nele com a Craniossacral. Ele passou a dizer frases mais inteiras, a sensibilidade auditiva dele diminuiu, e ele também consegue ir ao cinema, coisa que antes não gostava de fazer e quando fazia isso era chorando. Hoje ele já nos pede para ir ao cinema. Para mim essas são coisas muito extremas.


Ele também não conseguia cortar o cabelo sem ser segurado por duas pessoas. Recentemente fomos cortar o cabelo dele e ele ficou sentado sozinho na cadeira e ainda deixou cortar na tesoura. Em festas de aniversário tínhamos que chegar com ele no final da festa, agora ele já foi em duas festas de aniversário normalmente, e até quando foi o aniversário dele ele cantou parabéns para ele mesmo.


São vitórias e nós vemos o avanço. Este é meu depoimento para outras mães, porque sabemos que diante desse diagnóstico há inúmeros caminhos, todos muito importantes, mas a terapia Craniossacral para mim foi um caminho maravilhoso. Quando a terapia se juntou a tudo o que ele já fazia, foi um avanço muito grande.


Então faço esse depoimento em agradecimento por essa profissional maravilhosa, dedicada e que tem um grande conhecimento, que se aperfeiçoa na área dela com cursos e também gostaria de dizer que há sim melhoras e caminhos para esse diagnóstico. ”


Andreia Cavinato Soza Gonçalves – Mãe do Jean.

Santo André – SP - 2019



E você, conhece alguma criança, adolescente ou adulto que se enquadra no espectro autista?


Compartilhe o que acabou de descobrir sobre a terapia Integração Craniossacral®.



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